Design Responsivo: como surgiu, simplicidade, breakpoints e vantagens

Em 25 de maio de 2010, com o intuito de aprimorar a sua experiência de navegação, o Web Designer independente Ethan Marcotte escreveu o artigo Responsive Web Design para o blog A List Apart, que depois deu origem a seu livro “Responsive Web Design”, editado pela A Book Apart.

No artigo ele comenta sobre o arquiteto inglês Christopher Wren, que disse certa vez que sua área de atuação “direciona para a eternidade” (referindo-se ao fato da arquitetura ser uma disciplina bem definida), e que os projetos arquitetônicos são caracterizados por seu longo tempo de duração.

Lamentavelmente, o Web Design não possui a durabilidade da arquitetura. Na realidade, o que foi desenvolvido para a internet hoje, já estará obsoleto daqui a duas semanas.

Simplicidade no gerenciamento (desenvolvimento responsivo Vs. desenvolvimento em versões distintas)

O desenvolvimento responsivo proporciona que o trabalho seja centralizado em um único site (dependendo do nível de complexidade do projeto, uma ou duas folhas de estilo já são suficientes). De outro lado, o desenvolvimento em versões distintas para dispositivos diferentes acarreta uma carga de trabalho consideravelmente superior (claramente que: o custo também é maior), podendo exigir uma qualificação específica para cada tipo de dispositivo selecionado.

O que são breakpoints

Breakpoints são pontos de interrupção (ou pontos de quebra), onde são estabelecidas as larguras que serão consultadas através das medias queries. Para esse fim, é necessário que o Web Designer identifique a resolução do(s) dispositivo(s) que pretende atender com sua interface responsiva e forneça seus pontos nas larguras exatas. Com a utilização de breakpoints podemos exibir a melhor versão do nosso layout ao usuário final.

Com Twitter Bootstrap utilizamos as seguintes media queries para criar os principais breakpoints:

Vantagens do Design Responsivo

  • 88% dos usuários utilizam seus smartphones para buscar informações sobre empresas locais.
  • 13% dos consumidores no Brasil usam comparadores de preço no celular.
  • 30% dos brasileiros efetuam suas compras via dispositivos móveis.
  • 34% dos usuários ficam desapontados quando um site não pode ser visualizado corretamente em um dispositivo mobile.

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